
A beleza e a dor andam juntas nesses dias como se fossem antigas companheiras de botequim.
O cálice amargo que trago nas mãos traz um deslumbramento que talvez seja passageiro,
mas que talvez traga, e deve trazer, dias ainda mais difíceis.
Quem entenderia?
O belo é apenas o estopim, o chamariz para um mundo novo e inexplorado, e entendo que meu papel aqui não é de desfrute, mas missão.
Quem entenderia?
Poema e ilustração: Silvio Vinhal
Nenhum comentário:
Postar um comentário